Acho que já lancei muita semente ao solo.
Talvez escrever no blog não seja necessariamente "escrever um livro".
Filho é só uma questão de futuro.
Mas além de plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho, acho que o homem não deva fazer nada disso sem ter na essência o viver bem com as pessoas que o ama.
Lembrar que já aprendeu a lição de que não é preciso perder pra se dar valor, e que reviver algo do tipo já não é mais necessário. Dispensar a dor eventual. Irradiar conforto.
Acho que só escrevo hoje pra registrar algo que venho pensando há dias e que hoje parece que se tornou tão mais óbvio. Talvez as palavras se fizeram confusas, mas quero mesmo é agradecer.
Hoje me despeço agradeçendo a Frank Coraci, diretor do Filme "Click". Um dos melhores filmes já produzidos. Acho que ninguém precisa ser cinéfilo pra assim o julgar.
Recomendado sempre.
domingo, 27 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
Lentes e réguas
Ninguém pode sair por aí dizendo que já viu de tudo nessa vida
Mal sabem quantas vezes já viveram, e se há essa oportunidade
Nem como seus olhos viram. Será que os azuis viram como castanhos?
A incrível sensação de liberdade incontrolável de limitar-se até o tudo
Podem apontar a linha imaginária que delimita o auge?
Derrube o muro
Perceba a vizinhança!
Mal sabem quantas vezes já viveram, e se há essa oportunidade
Nem como seus olhos viram. Será que os azuis viram como castanhos?
A incrível sensação de liberdade incontrolável de limitar-se até o tudo
Podem apontar a linha imaginária que delimita o auge?
Derrube o muro
Perceba a vizinhança!
domingo, 6 de junho de 2010
Bienal
E nem treme a cara de quem dá a ordem
A cara de quem recebe por isso
Medidas esdruxulas geradas com preocupações
Nas coisas que nem sempre são prioridades
Num cenário de "fazer a ajuda chegar a todos"
Fazem um setor da economia girar
Superfaturamentos, imponentes, no meio das ruas
Debaixo dos narizes, mal-cheiro
Já nos deram máscaras, agora nem isso
Um vício de olfato, desapercebido
Fazem propaganda na TV campanhas
Obrigação popular, caso contrário
Desembolse o troco também
Um descaso! Humanidade?!
O que tem de humano nisso?
Mamam levando todos nos braços
Alguns nem os braços merecem
Boa idéia! Levantem dinheiro pra campanha
Financiem e exigem profissionais capacitados para tal
Isso aquece outro setor da economia.
A cara de quem recebe por isso
Medidas esdruxulas geradas com preocupações
Nas coisas que nem sempre são prioridades
Num cenário de "fazer a ajuda chegar a todos"
Fazem um setor da economia girar
Superfaturamentos, imponentes, no meio das ruas
Debaixo dos narizes, mal-cheiro
Já nos deram máscaras, agora nem isso
Um vício de olfato, desapercebido
Fazem propaganda na TV campanhas
Obrigação popular, caso contrário
Desembolse o troco também
Um descaso! Humanidade?!
O que tem de humano nisso?
Mamam levando todos nos braços
Alguns nem os braços merecem
Boa idéia! Levantem dinheiro pra campanha
Financiem e exigem profissionais capacitados para tal
Isso aquece outro setor da economia.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Viração
Gira o cata-vento
A biruta não mais ocila, gira
Gretas que assobiam música de espanto
Tormenta de portas e janelas
A seguir tudo para
Como se nada estivesse acontecendo
Descuidamos na calmaria
Assustamos com o que vem em seguida
Um espetáculo do tempo
Luzes, olhares e ação!
Muitos não têm cultura
Vão em exposições e só veem borrões
Bendito sejam aqueles
Que da tormenta e da calmaria
Retiram inspiração pra experimentar
Cada manifestação passageira
Fechando os olhos óbvios
Tateando as nuances
Do presente que está a frente
Avisto a mudança!
A biruta não mais ocila, gira
Gretas que assobiam música de espanto
Tormenta de portas e janelas
A seguir tudo para
Como se nada estivesse acontecendo
Descuidamos na calmaria
Assustamos com o que vem em seguida
Um espetáculo do tempo
Luzes, olhares e ação!
Muitos não têm cultura
Vão em exposições e só veem borrões
Bendito sejam aqueles
Que da tormenta e da calmaria
Retiram inspiração pra experimentar
Cada manifestação passageira
Fechando os olhos óbvios
Tateando as nuances
Do presente que está a frente
Avisto a mudança!
terça-feira, 4 de maio de 2010
A Flor
Entre essas idas e vindas
A tendência é ser só ida e vinda
Hoje seu olhar tinha ido
Assim que te vi vindo
Amanhã quero ir junto
Mas não de encontro
Dá pra sentir sua necessidade
Aquela de lado a lado
Feliz de ter me devolvido
Aquilo que outrem me levara
Sorte de ter me entregado
Sorte de ter-me agradecido
Devolverei seu olhar de estrela
Em reciprocidade de bem querer
Ancioso pelo inveitável Big Bang
Só questão de tempo e fé
Fica bem, meu bem
Beijo em ti.
A tendência é ser só ida e vinda
Hoje seu olhar tinha ido
Assim que te vi vindo
Amanhã quero ir junto
Mas não de encontro
Dá pra sentir sua necessidade
Aquela de lado a lado
Feliz de ter me devolvido
Aquilo que outrem me levara
Sorte de ter me entregado
Sorte de ter-me agradecido
Devolverei seu olhar de estrela
Em reciprocidade de bem querer
Ancioso pelo inveitável Big Bang
Só questão de tempo e fé
Fica bem, meu bem
Beijo em ti.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
sou
Se os gênios não tivessem se lançado
Se mártires não tivessem gritado
Se tivesse falado mais menos
Ou se fosse menos mais
Quem sabe seria menos mal
Quem sabe teria sido melhor
Quem sabe de tudo o que seria
Não sabe nada do que é
Nem como começou, terminou
Quiçá onde foi parar
“Quem sabe se” apenas deixa
Deixa tempo, coisas, pessoas, a vida.
Se mártires não tivessem gritado
Se tivesse falado mais menos
Ou se fosse menos mais
Quem sabe seria menos mal
Quem sabe teria sido melhor
Quem sabe de tudo o que seria
Não sabe nada do que é
Nem como começou, terminou
Quiçá onde foi parar
“Quem sabe se” apenas deixa
Deixa tempo, coisas, pessoas, a vida.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Ces't la vie
É ano de eleição e copa do mundo.
Arrisco-me a comparar e dizer que nossas vidas, por vezes, lembram uma candidatura e uma copa do mundo.
Estampamos nossos rostos e nossas propostas, talvez que até contenham uma dose ideológica, em "santinhos" e outdoor's por aí buscando aderência de seres similares, simpatizantes de idéias em comum, interesses, razões, sentimentos. As vezes nem fazemos campanha!
Passamos parte de nossas vidas treinando forte, simulando em sonhos o momento glorioso de levantar a tão esperada taça. Em nosso time sempre tem o dia de corpo mole, o dia de por gelo onde dói, dia de defender, de marcar(,) gols, por a faixa e gritar. As vezes entregamos a faixa e choramos (ato nobre, que também tem sua glória). Fair Play!
Certo é que sempre encontramos eleitores desacreditados e candidatos desonestos. Jogadores maldosos e árbitros filhos de pais desconhecidos. E por mais que algumas vezes os avistamos recebendo prêmios indevidos, temos que lembrar dos caminhos percorridos, de suas dietas alimentares de vistas grossas engolidas a seco, e aonde estes foram parar quando suas máscaras cairam.
Olhar pelo retrovisor e ver que ser você é a melhor campanha, por mais que se pague o preço de ser diferente e que não corresponda às expectativas alheias. Uma hora chega a hora de por as duas mãos na taça, aplaudidos por todos aqueles que torceram o tempo todo. E torcer pra que aqueles que não, guardem a lição de como se conquista a vida, não necessáriamente percorrendo o mesmo caminho, lembrando de que cada um faz o seu e que apenas levem consigo uma lição de que é impossível agradar a todos. E o que importa é ser agradável a si mesmo e a quem mereça parte de sua atenção.
Lembrar que de tempos em tempos temos eleições e copa do mundo.
Daí abrir as palmas das mãos, e poder contar nos dedos todos aqueles que são seus verdadeiros eleitores e torcedores, e ainda assim notar que sobram dedos pra se contar. Lembrando de alguns que já fizeram parte dessa escalação, que não fazem mais, não por maldade, mas sim por escolha do acaso ou do destino.
Estranho! Pensei que fosse poesia, mas deu prosa.
Arrisco-me a comparar e dizer que nossas vidas, por vezes, lembram uma candidatura e uma copa do mundo.
Estampamos nossos rostos e nossas propostas, talvez que até contenham uma dose ideológica, em "santinhos" e outdoor's por aí buscando aderência de seres similares, simpatizantes de idéias em comum, interesses, razões, sentimentos. As vezes nem fazemos campanha!
Passamos parte de nossas vidas treinando forte, simulando em sonhos o momento glorioso de levantar a tão esperada taça. Em nosso time sempre tem o dia de corpo mole, o dia de por gelo onde dói, dia de defender, de marcar(,) gols, por a faixa e gritar. As vezes entregamos a faixa e choramos (ato nobre, que também tem sua glória). Fair Play!
Certo é que sempre encontramos eleitores desacreditados e candidatos desonestos. Jogadores maldosos e árbitros filhos de pais desconhecidos. E por mais que algumas vezes os avistamos recebendo prêmios indevidos, temos que lembrar dos caminhos percorridos, de suas dietas alimentares de vistas grossas engolidas a seco, e aonde estes foram parar quando suas máscaras cairam.
Olhar pelo retrovisor e ver que ser você é a melhor campanha, por mais que se pague o preço de ser diferente e que não corresponda às expectativas alheias. Uma hora chega a hora de por as duas mãos na taça, aplaudidos por todos aqueles que torceram o tempo todo. E torcer pra que aqueles que não, guardem a lição de como se conquista a vida, não necessáriamente percorrendo o mesmo caminho, lembrando de que cada um faz o seu e que apenas levem consigo uma lição de que é impossível agradar a todos. E o que importa é ser agradável a si mesmo e a quem mereça parte de sua atenção.
Lembrar que de tempos em tempos temos eleições e copa do mundo.
Daí abrir as palmas das mãos, e poder contar nos dedos todos aqueles que são seus verdadeiros eleitores e torcedores, e ainda assim notar que sobram dedos pra se contar. Lembrando de alguns que já fizeram parte dessa escalação, que não fazem mais, não por maldade, mas sim por escolha do acaso ou do destino.
Estranho! Pensei que fosse poesia, mas deu prosa.
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