Mesmo com a passagem trocada
Guardo no meu bolso e troco pela caminhada
Caminhar é como escrever
Organiza a mente, nos faz espectador
Por o corpo em exercício à alma
Gosto do sol pós almoço
Aquele bem disposto, bem dormido
O verão tem ficado pra mais tarde
Culpa de ninguém, só chuva mesmo
O pedal de fim de tarde corrida
Rush próprio de calmaria pela cidade
Compensa todo o translado
Mata-se sede e fome
Um grude bom nela
E recomeça a jornada.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Saudosa maloca
Cansado do desbunde
Do que pesa pro humor
Nada se vê de sadio
-Tem vontade de ser arredio
Mas transpira pelo mudo à fora
Adora quem ri das pesagens
Passadas por cima de qualquer cadáver
Nem que esteja morto!-
Esperar pelo pior,
Manter o pé atrás
Nunca foi de meu agrado
Cerceia a vontade de se estar
Bom é o sossego de quem tem
A liberdade "à moda da casa"
Maloca querida!
O egoísta passa longe de ser malandro
Safa-se quem faz bem além de um
A base de apoio é fundamental
Não pra se ter uma pirâmide,
Por melhor ser um círculo.
Oo°.0
Do que pesa pro humor
Nada se vê de sadio
-Tem vontade de ser arredio
Mas transpira pelo mudo à fora
Adora quem ri das pesagens
Passadas por cima de qualquer cadáver
Nem que esteja morto!-
Esperar pelo pior,
Manter o pé atrás
Nunca foi de meu agrado
Cerceia a vontade de se estar
Bom é o sossego de quem tem
A liberdade "à moda da casa"
Maloca querida!
O egoísta passa longe de ser malandro
Safa-se quem faz bem além de um
A base de apoio é fundamental
Não pra se ter uma pirâmide,
Por melhor ser um círculo.
Oo°.0
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Éducaráí
Me embrulha o estômago vê-los
Gente importante fugindo de CPI
Crianças sem merenda em má escola
Povo matando a sede de bola
Tentando copiar um progresso falido
Vendo nego reclamando de atraso
Parado em avenidas interditadas
O fluxo do Natal não pára
É amigo-x descontado em folha
Uma folha pregada nas costas
Viram livros de verdade
Engolindo suas próprias mentiras
Fingindo um conforto eterno, celestial
Doando a vida em troco da morte
Trabalhando e consumindo, sem norte
Necessidade de desaprendizagem
O útil é rever tudo o que dizem
Ver até aonde a mentira conforta
Uma massa de dar dó, aberta em camadas
A explosão gera renovação
Implosão põe tudo abaixo
Consciência são os pilares
Quanto mais absorção, mais pilar
Salve o teu povo, Senhor
Leve-o para bem longe de mim!
Profetas do apocalipse falso
Hoje sei o que é eterno, e isso não é!
Aproveite. Reorganize-se.
Gente importante fugindo de CPI
Crianças sem merenda em má escola
Povo matando a sede de bola
Tentando copiar um progresso falido
Vendo nego reclamando de atraso
Parado em avenidas interditadas
O fluxo do Natal não pára
É amigo-x descontado em folha
Uma folha pregada nas costas
Viram livros de verdade
Engolindo suas próprias mentiras
Fingindo um conforto eterno, celestial
Doando a vida em troco da morte
Trabalhando e consumindo, sem norte
Necessidade de desaprendizagem
O útil é rever tudo o que dizem
Ver até aonde a mentira conforta
Uma massa de dar dó, aberta em camadas
A explosão gera renovação
Implosão põe tudo abaixo
Consciência são os pilares
Quanto mais absorção, mais pilar
Salve o teu povo, Senhor
Leve-o para bem longe de mim!
Profetas do apocalipse falso
Hoje sei o que é eterno, e isso não é!
Aproveite. Reorganize-se.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Cruel
O cheiro do verde misturado em chuva
Cortando o vento em pensamentos vermelhos
Olhando por quem ignora
Olhado por vistas-grossas
É de doer ver onde chegamos
Indo's em destino's em saber a dimensão
Incompreensível busca pelo excesso
Exceção de seres medíocres
Esses são os valores, postos
Feitos de matéria à frio
Esquecendo-se da luz antiga
Afastados de qualquer amor ao próximo
Repousam suas belas bundas em nossas cabeças
Há quem cheire e há quem levante o dedo
Haja paciência pra inutilidade
Quem sustenta sem piedade
Mais genial, mais marginal
Paralelo e meridiano
Conhecimento e origem
Conquista de paradigma pessoal,
porém não individual!
Cortando o vento em pensamentos vermelhos
Olhando por quem ignora
Olhado por vistas-grossas
É de doer ver onde chegamos
Indo's em destino's em saber a dimensão
Incompreensível busca pelo excesso
Exceção de seres medíocres
Esses são os valores, postos
Feitos de matéria à frio
Esquecendo-se da luz antiga
Afastados de qualquer amor ao próximo
Repousam suas belas bundas em nossas cabeças
Há quem cheire e há quem levante o dedo
Haja paciência pra inutilidade
Quem sustenta sem piedade
Mais genial, mais marginal
Paralelo e meridiano
Conhecimento e origem
Conquista de paradigma pessoal,
porém não individual!
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Duvidas-tu
Enquanto penso no que por
Acometido em bombardeio
Enquanto penso em reiniciar
Antecipa em música nova
Recíproca posta em prova
Passagem antecipada
Horizonte do positivismo
Recente causa de muito tempo
Resto das palavras ao porvir. Ventura!
Acometido em bombardeio
Enquanto penso em reiniciar
Antecipa em música nova
Recíproca posta em prova
Passagem antecipada
Horizonte do positivismo
Recente causa de muito tempo
Resto das palavras ao porvir. Ventura!
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
^OH 78.4 °C, 352 K, 173 °F
Daquelas indas e vindas que despertam
a vontade de não parar de pensar
Deserta é a praia nas mais belas horas
Duas pancadas de chuva forte pra lavar
A chuva do dia, dia de chuva
O repertório de vasto alcance
Alternando a vivência dos próximos
Exige muito preparo físico e psicológico
Silhueta da mina mais bela
Desfecho do elo e ela
A melhor concha da praia
Tira fôlego e o sono
Ponto de ebulição do álcool
Palavras de Shakespeare
Noite de travesseiro
Calda de chocolate, matéria-prima.
De cima
a vontade de não parar de pensar
Deserta é a praia nas mais belas horas
Duas pancadas de chuva forte pra lavar
A chuva do dia, dia de chuva
O repertório de vasto alcance
Alternando a vivência dos próximos
Exige muito preparo físico e psicológico
Silhueta da mina mais bela
Desfecho do elo e ela
A melhor concha da praia
Tira fôlego e o sono
Ponto de ebulição do álcool
Palavras de Shakespeare
Noite de travesseiro
Calda de chocolate, matéria-prima.
De cima
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Próximo giro
É que nessa primavera passei longe do amor
As flores que se abriram em razão do pensamento
As questões sobre o ser agitaram mais que as querer
Derrubou e renovou alguns sentidos, verde novo
Uma volta da corrente entre coroa e catraca
Entre trânsito e meio-fio, a visão do bom caminho
Tanta atenção que até déjà-vu do que penso
A frente um mundo a conhecer
Passado a ignorância e inocência
A conquista, o enfim ser-ter.
As flores que se abriram em razão do pensamento
As questões sobre o ser agitaram mais que as querer
Derrubou e renovou alguns sentidos, verde novo
Uma volta da corrente entre coroa e catraca
Entre trânsito e meio-fio, a visão do bom caminho
Tanta atenção que até déjà-vu do que penso
A frente um mundo a conhecer
Passado a ignorância e inocência
A conquista, o enfim ser-ter.
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