Projetar do sono o dia bonito
Acordar aos poucos em meio ao sorriso
Faz ditar ao tempo seu próprio estilo
Dotando sentido e medida ao andar
É que a pele a'coberta por inteira
Dois bons goles na cachaça mineira
Olhando a beira, soprando a eira
Deixando estribeira por encantar
Quando se concentra em tal
Não há quem te leve a mal
Hão de te elogiar
Só não vai te enganar pelo que diz
A superfície do pobre verniz
Que esse mundo vai pintar
Não te contarão segredos
Omitirão e porão medos
Pra saberem onde chegar
Caiba em ti o despertar
Qual e pra onde apontar o dedo
Que o teu rumo irá guiar.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Lustre
Em lençóis, eles são, eleições
Em leilões de tudo, almas preçadas
Precisadas em duas vezes eternas
Que obriga o comparecimento fiel
Que deposita na caixa o revel
O lastro que equilibra a nau
É cheiro das falsas poesias
Cerimônia pra tão poucos personagens
Farra da liberdade!
Verniz de sensação participativa
Um dedo pra dois botões
E lá se vai a manhã de sono de domingo.
Em leilões de tudo, almas preçadas
Precisadas em duas vezes eternas
Que obriga o comparecimento fiel
Que deposita na caixa o revel
O lastro que equilibra a nau
É cheiro das falsas poesias
Cerimônia pra tão poucos personagens
Farra da liberdade!
Verniz de sensação participativa
Um dedo pra dois botões
E lá se vai a manhã de sono de domingo.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Parou Ímpar
Não chegaram a roubar destes
Porque nem se quer tiveram
Tiraram desde a possibilidade
E o que se pode argumentar
O reflexo da janela virtual
É do quão real lhe assiste
A esperança pregada em madeira
Exposta ao tempo
Desgosta a intenção do contra
Contrastastrófico!
Porque nem se quer tiveram
Tiraram desde a possibilidade
E o que se pode argumentar
O reflexo da janela virtual
É do quão real lhe assiste
A esperança pregada em madeira
Exposta ao tempo
Desgosta a intenção do contra
Contrastastrófico!
terça-feira, 7 de agosto de 2012
A morde e a sopra
Aos que cantam por aí sua condição
Atraindo para si toda invasão
Absorvem o que lhes aplaudem
O que em falso solicitam
Dormem em sono emoldurado
De quadro afixado, retrato falado
Enquanto acordados acompanham os poucos
Sonhando vivendo o que bem lhes trazem
De fato levam por cima até o de baixo
Circulam em pró de todos
Sem desperdício de vida e essência
Gozar do que for verdade
Felicidade!
Atraindo para si toda invasão
Absorvem o que lhes aplaudem
O que em falso solicitam
Dormem em sono emoldurado
De quadro afixado, retrato falado
Enquanto acordados acompanham os poucos
Sonhando vivendo o que bem lhes trazem
De fato levam por cima até o de baixo
Circulam em pró de todos
Sem desperdício de vida e essência
Gozar do que for verdade
Felicidade!
domingo, 29 de julho de 2012
Morphosis
Um longa que se passa em curta
O filme diante de tudo
Feito, vivido e degustado
Espécie de alívio que gera saudade
Com ideal jurado em comum
Final de ciclo colado em inícios e meios
Motivos de sobra tiram a base
de qualquer indício de reclamação
Um jardim europeu de flores
Tinta pra muita escrita
Responsabilidade social (risos)
São os certos que cercam
Estes são os que dão os braços
Que crescem em círculo!
Muito obrigado.
O filme diante de tudo
Feito, vivido e degustado
Espécie de alívio que gera saudade
Com ideal jurado em comum
Final de ciclo colado em inícios e meios
Motivos de sobra tiram a base
de qualquer indício de reclamação
Um jardim europeu de flores
Tinta pra muita escrita
Responsabilidade social (risos)
São os certos que cercam
Estes são os que dão os braços
Que crescem em círculo!
Muito obrigado.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Watt a hell
O raio que cai na colina
Corre em energia pela coluna
Ilumina de pronto todas as faces
Cada ponto, cada alarde
Intervalos tornam apagados
Momentos entre-chuvas
Em terrenos alagados, afogados
Aguardando a próxima corrente
Descrente do que prende a cidade
Solto em corpo a alheia iniquidade
Vontade da tensão em voltagem
Nem secas, nem tão cheias
Vai artéria, volta em veias
É pulso, samba e canção
Corre em energia pela coluna
Ilumina de pronto todas as faces
Cada ponto, cada alarde
Intervalos tornam apagados
Momentos entre-chuvas
Em terrenos alagados, afogados
Aguardando a próxima corrente
Descrente do que prende a cidade
Solto em corpo a alheia iniquidade
Vontade da tensão em voltagem
Nem secas, nem tão cheias
Vai artéria, volta em veias
É pulso, samba e canção
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