Mal tinha aberto os olhos hoje pela manhã, e ainda sentia a satisfação eufórica de ter vivido um dos melhores dias da minha vida. De ter ouvido o boato, que de fato era verdade, de que não era só eu que sentira o que se surtia com o impacto de todas aquelas gargalhadas dispojadas desordenadamente.
Um dia daqueles porretas! Daqueles que você sente seu valor e valoriza!
A vontade de estar com todos me fazia querer o poder de onipresença, vontade de espalhar minhas coisas e juntar as dos outros. Até quem não tinha nada a ver, apareceu pra mostrar o que ainda não havia visto. Queria todos os que não estiveram fisicamente presentes.
Não quero agradecer a vida gritando por aí: "Obrigado!", prefiro retribuir colocando essa satisfação de vida em cada um que me cerca, de cada pessoa que me faz maior, e deixar as palavras pro subjetivo. Absorver das noites mal dormidas, das manhãs mal acordadas ou até quem sabe nem isso, apenas a vontade de viver de olhos bem abertos. Atingir a vibração de toda a sintonia apenas com gestos, entrosamento puro.
Há correntes que dizem que se todos os dias fossem assim, não teria graça. Tudo bem, concordo, mas pelo menos podia ser semanal! Rá! Talvez devessemos criar mais um feriado nacional! Exagero?
Talvez a progressão numérica disposta na minha idade sirva como um símbolo. Pra pelo menos segurar a vontade de que chegue a próxima vez, sempre tendo como referência o respeito pela ordem natural das coisas, pra não atropelar nenhum aprendizado. Pois destes tais, não quero desperdiçar nenhum.
Repito: "Momenciar" segue sendo o estandarte que levo em punho.
Parabéns pra todos! O que houver de melhor nessa vida!
segunda-feira, 29 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Frater
O espaço ocupado pelas bagagens
Ficou mais apertado na volta
A felicidade implantada será irradiada
Disseminada entre pessoas que amo
Todas aquelas que lembrei quando longe
As mesmas que não saem de mim
Nessa pequena lista pesada
Alguns estavam perto
Já não vejo a hora de ver
De rever aqueles sorrisos inconfundíveis
Cada um em sua melodia
Todos aqueles que não vi, mas imaginei
Ah! Como queria que tivesse sido
Momento de todos nós, uno
Temos nossas vidas e todo o tempo que resta
Obrigado por tudo e desculpa por qualquer coisa.
Ficou mais apertado na volta
A felicidade implantada será irradiada
Disseminada entre pessoas que amo
Todas aquelas que lembrei quando longe
As mesmas que não saem de mim
Nessa pequena lista pesada
Alguns estavam perto
Já não vejo a hora de ver
De rever aqueles sorrisos inconfundíveis
Cada um em sua melodia
Todos aqueles que não vi, mas imaginei
Ah! Como queria que tivesse sido
Momento de todos nós, uno
Temos nossas vidas e todo o tempo que resta
Obrigado por tudo e desculpa por qualquer coisa.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
60'
Nesses dias de fôlego
Dá pra sentir o ar puro
Em cada respirada profunda
No que o pensamento se funda
O negócio negou tudo de vez
Até o ócio de cogitar algo
Por quanto tempo aguentaremos
Sem abrir a válvula de escape?
Já foi tudo padronizado
Está em nosso relógio biológico
Em alguns casos, até horário de verão
Deveremos mais o quê?
Não sei se sobra tempo pra sobreviver
Mas talvez no dia que diminuirmos uma hora
Poderemos cogitar no próximo
Em nós e até no viver.
Dá pra sentir o ar puro
Em cada respirada profunda
No que o pensamento se funda
O negócio negou tudo de vez
Até o ócio de cogitar algo
Por quanto tempo aguentaremos
Sem abrir a válvula de escape?
Já foi tudo padronizado
Está em nosso relógio biológico
Em alguns casos, até horário de verão
Deveremos mais o quê?
Não sei se sobra tempo pra sobreviver
Mas talvez no dia que diminuirmos uma hora
Poderemos cogitar no próximo
Em nós e até no viver.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Ah! Ventura.
Carregaria-te nos braços
Do meu pensamento
Sabendo que enfim, com o vento
Me assopraria para um porto seguro
Espalhando tudo que sei por aí
E aprendendo tudo o que não.
Do meu pensamento
Sabendo que enfim, com o vento
Me assopraria para um porto seguro
Espalhando tudo que sei por aí
E aprendendo tudo o que não.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Clichê diário
No calor do vermelho pele
Com pés de areias inconstantes
Abraçado pela água gelada
Nos mais variados tons de risos
O desenho encantador
De uma boca que sorri
Sob aquele céu aberto
Que evidencia o contorno
E as nuances de curvas
Eu quero é mais.
Assim se leva as férias.
Com pés de areias inconstantes
Abraçado pela água gelada
Nos mais variados tons de risos
O desenho encantador
De uma boca que sorri
Sob aquele céu aberto
Que evidencia o contorno
E as nuances de curvas
Eu quero é mais.
Assim se leva as férias.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Sonorexia
Já deixei papéis escritos sobre a mesa
Com pensamentos sob mim
De letras sobre ti
Já passei momentos
De sentir sobre você
E senti momentos de estar sob você
Ao ponto de não saber do óbvio
De crer que é possível
Mas sem isso, não há o que escrever.
Com pensamentos sob mim
De letras sobre ti
Já passei momentos
De sentir sobre você
E senti momentos de estar sob você
Ao ponto de não saber do óbvio
De crer que é possível
Mas sem isso, não há o que escrever.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Horizontal
O que é dizer que o amor não existe?
Ele está sempre lá. Intocável!
Cada um com sua forma
Está na incondição
De saber compreender
O amor do próximo
No que cada paradigma
Pode oferecer
Nas frases bem-ditas
Nas frases mal-ditas
Que cada ser profere
O amor está
Nas palavras indisponíveis
Nos gestos inexpressíveis
De cada mente
Que abra espaço
Para o sentimento que grita
Ele está sempre lá. Intocável!
Cada um com sua forma
Está na incondição
De saber compreender
O amor do próximo
No que cada paradigma
Pode oferecer
Nas frases bem-ditas
Nas frases mal-ditas
Que cada ser profere
O amor está
Nas palavras indisponíveis
Nos gestos inexpressíveis
De cada mente
Que abra espaço
Para o sentimento que grita
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